No segundo painel contou com a presença do prefeito de Santos Paulo Alexandre Barbosa e a prefeita de Guarujá Maria Antonieta de Brito e o presidente da Codesp Angelino Caputo e Oliveira. O conflito entre Porto e Cidade foi o principal assunto discutido.
A proximidade do Porto de Santos com áreas residenciais causa alguns problemas para a população, como na Ponta da Praia, onde o odor das cargas incomoda moradores. Para Paulo Alexandre, “existe um desequilíbrio nessa relação entre Porto e cidade. Temos que fazer com que a população veja o Porto como um benefício. De acordo com o prefeito, a saída é descentralizar o poder em relação as medidas tomadas, fazendo com que o governo local, possa fazer parcerias para melhorar essas condições.
Já Maria Antonieta de Brito observou que o principal problema de infraestrutura são os acessos aos terminais. A convivência de caminhões na cidade com os carros traz transtornos à população. Para a solução deste problema foi criado o projeto de uma ponte estaiada na perimetral. ” Vamos separar o trânsito de veículos pesados que irá passar em um nível e os outros irão passar em outra via”. A prefeita observou que a construção do túnel entre Santos-Guarujá, o retroporto e o aeroporto trará uma significativa melhora na infraestrutura.
O transporte Hidroviário também foi um tema de consenso entre os debatedores. Eles acreditam que a ampliação do sistema é importante para o desenvolvimento local, não só de cargas, mas de passageiros.
Um projeto que está sendo discutido é a construção do mergulhão, que segundo o presidente da Codesp Angelino Caputo e Oliveira já tem um projeto pronto, mas o que falta para que saia do papel é uma parte da verba, um valor de aproximadamente R$ 450 milhões. “Estamos em busca de conseguir esse valor, para que conseguimos concluir o projeto”.
Fonte: A Tribuna