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Portos poderão ser caminho para a exportação da safra de Mato Grosso

Nova rota reduziria em 30% os custos de frete para os produtores da região

Os portos da região Norte – Vila do Conde e Santarém (PA), Santana (AP), Itacoatiara (AM) e São Luís (MA), poderão ser, em dois ou três anos, o caminho para a exportação de um 50% da safra de Mato Grosso, o estado que mais sofre com o gargalo logístico. Os portos do Sul e Sudestes estão saturados e essa “nova fronteira logística” poderia ser a solução para o agronegócio que pode tornar o País mais competitivo na exportação de grãos.

Segundo a Famato (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso), a nova rota reduziria em 30% os custos de frete para os produtores de Mato Grosso, que hoje andam quase o dobro para chegar em Santos ou em outros portos do Sul.  A infraestrutura ainda não está pronta. Para chegar ao porto Vila do Conde (PA), por exemplo, uma das vias mais sonhadas pelos agricultores mato-grossenses, é necessário cruzar a BR-163, além das hidrovias do Tapajós e do Amazonas.

Segundo a consultoria Macrologística, para viabilizar esta rota ainda são necessários investimentos da ordem de R$ 3,8 bilhões na BR-163 até Santarém e nos próprios portos, preparar as hidrovias e as dragagens. Outro porto importante em fase de ampliação é o de São Sebastião com um investimento previsto de R$ 2 bilhões de reais. O PIL – Portos (Plano de Investimento em Logística – Portos) criado pela SEP (Secretaria Especial de Portos) prevê investimentos de R$ 17,2 bilhões, até 2017.

Fonte: Guia Marítimo