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Novo prédio da Receita em Santos abre em novembro

Inauguração será entre os dias 15 e 20 de outubro. Construção está quase pronta: faltam detalhes

A nova casa está quase pronta, mas a mudança definitiva terá de esperar mais algumas semanas. O futuro prédio da Receita Federal em Santos – que seria inaugurado no dia 12 –ganhou nova data de entrega, prevista, agora, para acontecer entre 15 e 20 de novembro.

O anúncio foi feito pelo delegado da Receita na Cidade, Hailton de Paula. Ele passou a manhã de ontem acompanhando os últimos acabamentos e, apesar de afirmar que os profissionais da Receita estão ansiosos para trabalhar no novo prédio, o adiamento foi necessário para instalação dos painéis do sistema de ar condicionado.

“O sistema foi instalado, mas aguardamos a chegada dos painéis de controle. Após a instalação, serão necessários mais alguns dias para os testes. Por isso, teremos de esperar um pouco para a mudança definitiva”, afirma.

Além dos painéis, ainda falta refazer o muro na entrada do prédio, na Avenida Bernardino de Campos (Canal 2), na Vila Mathias, e o acabamento do edifício.

Atualmente, a Receita Federal em Santos funciona em um prédio na Rua do Comércio, no Centro. O custo mensal com aluguel é de R$ 83 mil (R$ 996 mil ao ano).

“Vamos nos livrar deste gasto e economizar, com o fim do aluguel. Mesmo com o adiamento da inauguração, estamos trazendo parte do material de trabalho, para agilizar o serviço”, conta o delegado, ao estimar que a Receita em Santos atende, anualmente, cerca de 130 mil pessoas.

Com quatro andares, além do térreo, o prédio tem espaço para receber os 200 profissionais que atuam na sede atual. Eles ocuparão três andares.

Outro pavimento receberá o Centro de Treinamento Regional da Receita Federal do Brasil, que atenderá a 8ª Região Fiscal (Estado de São Paulo). “O Centro terá capacidade para 150 pessoas”, explica o delegado.

Futuro

Considerado futurista e com ampla infraestrutura, o novo prédio da Receita em Santos teve obras iniciadas em janeiro de 2008. Porém, a empresa vencedora da licitação desistiu da obra. As empresas que ficaram em segundo e terceiro lugares não aceitaram executar o projeto. A Termaq (quarta) aceitou, pelo valor original. Assim, a obra foi retomada em dezembro de 2008.

“O prédio se destaca na área de sustentabilidade. Por exemplo, teremos 40% de economia de água. A construção dispõe de reservatório para armazenar água da chuva. Esta é tratada e será utilizada para limpeza e nos sanitários”, destaca o auditor João Carlos de Borba, fiscal do contrato da obra.

Fonte: A Tribuna.