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Libra terminais volta a bater recorde sul-americano

A Libra Terminais Santos bateu mais uma vez o recorde sul-americano de produtividade na movimentação de contêineres, ultrapassando a marca que ela mesma atingiu na semana passada. O feito histórico foi registrado na última terça-feira, durante a operação do navio Maersk Lebu, quando foi alcançado o índice de 176 movimentos por hora (MPH).

Nos últimos 45 dias, esta foi a quarta vez que a empresa, uma das principais operadoras do Porto de Santos, estabeleceu a maior taxa de eficiência de um terminal de contêineres na América do Sul.

De bandeira de Hong Kong, o Lebu movimentou 1.309 contêineres, entre embarques e desembarques. O navio tem 300 metros de comprimento e 45 metros de boca (largura).

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Marca histórica foi registrada na última terça-feira, durante a operação do navio Maersk Lebu, no Porto

O MPH é um dos principais índices de performance de terminais de contêineres. Ele leva em conta as operações feitas pelos portêineres (equipamentos que carregam e descarregam contêineres dos navios) ou pelos guindastes durante o atendimento a um cargueiro – o embarque de um contêiner conta como um movimento, assim como seu desembarque, a colocação e a retirada das tampas dos porões das embarcações e até o deslocamento de peças ocorrido em meio aos trabalhos.

A marca obtida na operação do Maersk Lebu superou a registrada no último dia 18, na escala do Maersk Lavras, que foi de 167,2 movimentos por hora (MPH).
Estes foram os últimos de uma série de cinco marcas históricas – quatro delas sul-americanas – atingidas pela empresa desde o início do ano. A primeiro foi alcançada em 13 de janeiro, com o Maersk Laberinto, quando foram feitos 127 MPH, até aquele momento, o melhor índice de produtividade na história do terminal. O feito foi suplantado uma semana depois, no dia 20, com o Maersk Letícia, com 156,7 MPH – o que se tornou o novo recorde sul-americano. No dia 27, foram 163,8 MPH com o Maersk Lins, o que foi ultrapassado no último dia 18 com o Maersk Lavras e, finalmente, ontem, com o Maersk Lins.

Esse desempenho permitiu à operadora santista encerrar o mês passado com uma média de produtividade de 70 MPH, o maior de sua história. O índice a coloca como um terminal de classe mundial (os que realizam 70 MPH ou mais de média mensal).

Para o diretor-geral da Libra Terminais Santos, Roberto Teller, o novo recorde de produtividade tem ainda mais motivos para ser comemorado. Ele ressalta que a marca histórica foi alcançada com “uma gestão mais eficiente de recursos, com a redução de 28% na utilização de carretas (próprias) desde os primeiros recordes, representando o comprometimento da empresa com a sustentabilidade, por garantir uma sensível diminuição na emissão de CO2, assim como no consumo de combustível”.

 

Fonte: A Tribuna