O governo federal já sinaliza a concessão de incentivos aos produtores agrícolas nacionais para minimizar os impactos da abertura comercial que será feita aos países europeus. O acordo de comércio entre o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) e os membros da União Europeia (UE) foi assinado na semana passada. O tratado deverá entrar em vigor entre dois a três anos.
O intuito é modernizar essas culturas para que os produtos nacionais consigam competir com as mercadorias que irão chegar da Europa. De acordo com a ministra, o apoio ao setor de vinhos será feito com as receitas do Imposto Produtos Industrializados (IPI).
A ministra comentou ainda sobre os efeitos do “princípio de precaução” no capítulo de desenvolvimento sustentável do acordo de comércio entre o Mercosul e UE. Esse dispositivo pode ser acionado quando houver suspeita de produtos com uso de agrotóxicos proibidos ou de origem em áreas ilegais de desmatamento.
O acordo tem enfrentado resistências do lado europeu, especialmente da França. A União Europeia é o principal exportador agrícola do mundo e este acordo pode ampliar mercado de venda aqui no Brasil
Fonte: Diário do Comércio e Indústria – DCI