A indústria moveleira (móveis e colchões) pode crescer 1,4% no próximo ano, para 483,9 milhões de unidades, embalada por uma alta nas exportações. Mas no mercado interno as vendas ainda devem continuar retraídas devido ao cenário macroeconômico.
De acordo com levantamento da consultoria Iemi Inteligência de Mercado, que monitora o setor de móveis, o consumo doméstico continuará fraco. “No ano que vem, a produção pode ser positiva, por conta da base de comparação fraca de 2015 e pela melhora nas exportações, mas o que puxou o crescimento dessa indústria nos últimos anos é, justamente, o que está faltando agora”, avaliou o sócio diretor do Iemi, Marcelo Prado.
Ele faz referência ao mercado imobiliário e à oferta de crédito ao consumidor como fatores que vinham estimulando a demanda por móveis no País, conforme noticiado pelo jornal DCI.
Fonte: Diário do Comércio e Indústria.