Utilizar a tecnologia para identificar produtos químicos perigosos no Porto de Santos e dar destinação adequada e rápida para cargas abandonadas no cais santista. Estas são algumas ações que devem ser tomadas imediatamente, segundo o consultor portuário Hélio Hallite.
“Mercadorias perigosas não podem morar no porto e porto é lugar de passagem e não de armazenagem”, destacou o especialista em comércio exterior. Ele se refere à carga de nitrato de amônio que ficou armazenada por mais de seis anos no complexo portuário de Beirute, no Líbano, e causou uma explosão, na última terça-feira.
Fonte: Aduaneiras com informação de A Tribuna