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Dólar volta a ser negociado acima de R$ 5,25

Na segunda-feira, a moeda norte-americana fechou em queda 0,85%, cotada a R$ 5,1652.

dólar opera em alta nesta terça-feira (3), com os investidores de olho no noticiário político e à espera da definição sobre a taxa básica de juros brasileira, que será anunciada nesta quarta-feira.

Às 10h10, a moeda norte-americana subia 1,79%, cotada a R$ 5,2577. Veja mais cotações.

A última vez que o dólar fechou acima de R$ 5,25 foi em 19 de julho (R$ 5,2501).

Já o Ibovespa opera em queda.

Na segunda-feira, a moeda dos EUA fechou em queda de 0,85%, a R$ 5,1652, após ter acumulado alta de 4,76% em julho. No ano, o recuo é de 0,42% frente ao real.

 

Cenário

No exterior, permanece a preocupação com o aumento de casos da variante Delta do coronavírus. Os investidores aguardam também para sexta-feira a divulgação de dados sobre o emprego e o desemprego nos Estados Unidos, em busca de pistas sobre a trajetória da política monetária na maior economia do mundo.

Por aqui, o IBGE divulgou que a produção industrial brasileira teve variação nula em junho, depois de avançar 1,4% em maio. Com o resultado, acumulou queda de 2,5% no 2º trimestre, na comparação com os primeiros 3 meses do ano.

“O resultado fraco mostra os desafios da economia brasileira em especialmente numa semana onde devemos ver um aumento na intensidade de alta na taxa básica de juros”, avaliou o economista-chefe da Necton, André Perfeito.

O Banco Central define nesta quarta-feira sua taxa de juros, e o mercado aposta em uma aceleração na alta da Selic em agosto, depois que a prévia da inflação deste mês veio acima da esperada. A expectativa é que a taxa tenha uma alta de 1 ponto percentual, de 4,25% para 5,25% ao ano. Para o final do ano, a previsão do mercado financeiro é de uma Selic a 7% ao ano, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central.

Na cena política, os ministros Ciro Nogueira (Casa Civil) e Flavia Arruda (Secretaria de Governo) apresentaram nesta segunda-feira aos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), a proposta de criação do novo programa social do governo e o parcelamento dos precatórios para viabilizar a ampliação no Bolsa Família.

Fonte: G1 Economia