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Dólar opera em alta em meio a incertezas domésticas

Na quarta-feira, a moeda norte-americana fechou em alta de 0,48%, a R$ 5,2217.

dólar opera em alta nesta quinta-feira (12), com os investidores dividindo atenções entre dados da recuperação da economia norte-americana e incertezas políticas e fiscais domésticas.

Às 10h32, a moeda norte-americana subia 0,35%, cotada a R$ 5,2402.

Na quarta-feira, o dólar fechou em alta de 0,48%, a R$ 5,2217. Com o resultado, passou a acumular alta de 0,23% no mês e de 0,67% no ano.

Cenário

Na agenda do dia, o IBGE mostrou que o setor de serviços avançou 1,7% em junho, registrando a 3ª alta seguida. Com resultado, setor atingiu o maior nível em 5 anos. No 2º trimestre, alta foi de 2% e, no semestre, crescimento foi de 9,5%.

As atenções seguem voltadas para Brasília. Na noite de quarta-feira, o plenário da Câmara dos Deputados rejeitou o chamado “distritão” e aprovou a volta das coligações partidárias nas eleições proporcionais (para deputados federais, estaduais e vereadores). Os deputados voltam a se reunir nesta quinta e para votar destaques ao texto.

Segue na pauta da Câmara também as mudanças no Imposto de Renda.

A pressão contínua do presidente Jair Bolsonaro por eleições de voto impresso — mesmo após Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do voto impresso ser derrubada pelo plenário da Câmara — e a novela em torno do pagamento de precatórios têm sido pontos de atenção e, segundo Mauriciano Cavalcante, diretor de câmbio da Ourominas, colaboram para a volatilidade no mercado doméstico.

Para Cavalcante, até que haja alívio no cenário político e avanço na agenda de reformas do governo, o dólar deve permanecer num intervalo de negociação de 5,20 a 5,30 reais.

Nos EUA, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 12 mil, para um número com ajuste sazonal de 375 mil na semana encerrada em 7 de agosto, indicando que a recuperação econômica da pandemia de Covid-19 continua ganhando impulso.

A análise do indicador é importante porque analistas seguem atrás de mais pistas para prever quando o Federal Reserve começará a retirar os estímulos da economia americana e a elevar s juros, que estão próximos de zero.

Fonte: G1 Economia