Na terça-feira, o principal índice da bolsa subiu 2,33%, a 120.211 pontos.
O principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, opera em queda nesta quarta-feira (25), voltando a perder o patamar de 120 mil pontos, em meio a clima relativamente tranquilo no exterior, mas com inflação acima das expectativas no Brasil mantendo elevado o nível de incertezas domésticas.
Às 11h33, o Ibovespa recuava 0,45%, a 119.666 pontos. Veja mais cotações.
Na terça-feira, a bolsa fechou em alta de 2,33%, a 120.211 pontos. Com o resultado, acumulou queda e 1,31% no mês. No ano, há alta de 1%.
Cenário
Os mercados seguem atentos à crise política, que mantém a tensão entre os investidores. Na agenda de indicadores, a confiança do consumidor voltou a cair em agosto, depois de registrar 4 altas seguidas, segundo divulgou mais cedo a Fundação Getulio Vargas (FGV).
Também nesta quarta, o IBGE divulgou os dados da prévia da inflação oficial de agosto, que ficou em 0,89% – a mais alta para o mês desde 2002. Em 12 meses, chegou a 9,30%.
No início da semana, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que uma taxa anual entre 7% e 8% estaria ‘dentro do jogo’. Economistas ouvidos pelo G1, no entanto, apontam que há motivo para preocupação – e que a atual inflação brasileira segue uma lógica diferente do resto dos países.
Na cena externa, os holofotes do mercado financeiro global estão voltados para o discurso virtual do líder do banco central dos EUA (Fed), Jerome Powell, na sexta-feira, no famoso simpósio econômico anual de Jackson Hole, nos EUA.
Investidores aguardam para ver se o Fed dará alguma indicação mais clara sobre quando começará a cortar estímulos monetários. Qualquer sinalização de redução iminente dos estímulos do Fed pode prejudicar ativos de países emergentes, segundo especialistas.
Fonte: G1 Economia