Banner página

Notícias

Notícias

Bovespa opera em queda de mais de 1%

Na quinta-feira (3), o principal índice da bolsa fechou em queda de 0,18%, aos 111.696 pontos.

O principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, opera em em queda nesta sexta-feira (4).

Às 10h35, o Ibovespa recuava 1,14%, aos 110.427 pontos. Veja mais cotações.

Entre as principais quedas do dia, destaque para as ações da Magazine Luiza e das Americanas, que recuavam mais de 1% e 2%, respectivamente.

Já o dólar é negociado com pequenas variações.

Na quinta-feira, a Bolsa fechou em queda de 0,18%, aos 111.695 pontos. Com o resultado, passou a acumular queda de 0,40% no mês e avanço de 6,56% no ano.

Cenário

No exterior, os preços do petróleo atingiram nesta sexta máximas de sete anos, com tensões geopolíticas e uma tempestade de inverno nos Estados Unidos alimentando preocupações sobre interrupções no fornecimento.

Na agenda do dia, os investidores aguardam a divulgação de dados do mercado de trabalho nos Estados Unidos em janeiro.

Na cena local, a principal fonte de preocupações para os investidores tem sido uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada por um deputado aliado do Palácio Planalto para autorizar cortes de tributos sobre combustíveis, que pode gerar uma perda anual de até R$ 54 bilhões para a União, segundo cálculos do Ministério da Economia.

No radar dos investidores também permanecia a trajetória da taxa básica de juros e da inflação no país. Com a elevação da Selic para 10,75% ao ano, o Brasil passou a ter a maior taxa mundial de juros reais, isto é, quando se desconta a perda pela inflação, segundo ranking da Infinity Asset Management.

Juros mais altos no Brasil são amplamente vistos como positivos para o real, uma vez que elevam a rentabilidade do mercado de renda fixa doméstico e tendem a ser um ponto a favor do fluxo de capital estrangeiro ao país.

Analistas também têm atribuído o maior apetite do investidor estrangeiro por ativos de países emergentes ao movimento movimento de saída de recursos dos Estados Unidos, motivada pela postura mais dura do Federal Reserve (Fed) no combate à inflação e expectativa de elevação dos juros na maior economia do mundo a partir de março.

Fonte: G1 Economia