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Bovespa abre perto da estabilidade

Na terça-feira, o principal índice da bolsa fechou em alta de 0,18%, a 113.793 pontos.

 

O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, abriu com pequenas variações nesta quarta-feira (9), em dia de decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central sobre a taxa básica de juros, cuja expectativa é de manutenção em 2% ao ano.

Às 10h04, o Ibovespa caía 0,03%, a 113.761 pontos. Veja mais cotações.

Na terça-feira, a Bolsa fechou em alta de 0,18%, a 113.793 pontos – maior pontuação desde 20 de fevereiro (114.586 pontos). Na parcial de novembro, o Ibovespa passou a acumular alta de 4,50%. No ano, ainda tem queda de 1,60%.

 

Cenário global e local

No exterior, os mercados de ações abriam a semana em compasso de cautela diante do aumento da tensão entre os Estados Unidos e a China e preocupações de um Brexit sem acordo comercial com a União Europeia.

a véspera, o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, anunciou que apresentou uma nova proposta de ajuda de US$ 916 bilhões, com o objetivo de quebrar um impasse de meses nas negociações no Congresso sobre a ajuda adicional à economia.

Por aqui, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central fará nesta quarta-feira a última reunião do ano. A taxa Selic está no menor patamar da série histórica e, se confirmada a manutenção, será a terceira vez seguida. A decisão será anunciada pelo BC por volta das 18h30.

No radar dos investidores permanecem também as preocupações sobre a saúde das contas públicas e as incertezas sobre a aprovação de medidas e reformas estruturais para garantir a sustentabilidade da dívida pública.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta que o país deve enviar sinal de compromisso com o ajuste fiscal antes do fim do ano por meio de medida relacionada à redução de subsídios.

O líder do governo no Congresso Nacional, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), afirmou nesta terça-feira que o teto de gastos (regra que não permite o crescimento das despesas acima da inflação do ano anterior) não será flexibilizado “sob hipótese nenhuma”.

 

Fonte: G1 Economia